São valores através dos quais se pode comparar em relação a algo. Valem o que valem. Quem me diz a mim que o normal é bom? Que eu tenho que igualar esse normal, caso contrário sou diferente? Aparentemente, numas coisas é bom ser-se diferente, noutras é o pior que se pode ser. Há tempos li um especialista académico em relações dizer que as pessoas, nas relações, são ainda mais próximas que irmãos ou gémeos. Que o mito dos opostos que se atraem não é mais do que isso, um mito.
Fiquei a pensar um pouco. Também me parece que as pessoas devem ter pontos de contacto. Há algo que as aproxima. O gosto por ler, por ir ao cinema, por um tipo de chá, andar de gaivota, jardinagem, música, o que quer que seja. E há as diferenças. Aquelas que nos tornam pessoas distintas. E que são o ponto de partida para se evoluir dentro de uma relação, para nos aproximarmos ainda mais da outra pessoa.
Sempre procurei uma relação assim, que me desse espaço para crescer, para ser mais e melhor todos os dias. Sempre procurei uma pessoa compreensiva, carinhosa, atenta. Encontrei essa relação e, mais importante, essa pessoa. E sabem que mais, kids? Não somos o normal das relações. Porque não há normalidade. Não há uma definição média que retrate o que é uma relação. Sempre pensei que os percentis eram uma treta. Numa escala de 0 a 10, sou um 11 com ela. Extremamente feliz nas nossas diferenças proximais.
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E assim se torna a Estatística agradável! Ahah!:)
ResponderEliminarTemos todos essa relação intragável com a Estatística. ;)
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